Quem nunca teve a vontade de largar tudo e começar uma nova vida em uma outra cidade, outro Estado ou país. Não falo em mudar de casa simplesmente, e sim de vida. Nova cultura, novos amigos, novo emprego.
Não é segredo de ninguém, nem da minha família e amigos, que tenho um sonho de morar fora de São Paulo.
Digo isto porque estou lendo "Voltar, Nem Pensar", de Martin Kirby, e o assunto me veio à cabeça novamente.
Já estive bem perto no começo do ano passado de sair de São Paulo. Nesta mesma época do ano quase fui parar em Juiz de Fora, em Minas Gerais. Só que por questões profissionais isso acabou não ocorrendo. Foi por pouco.
Martin Kirby era editor do "Eastern Daily Press", um jornal de Norfolk, na Inglaterra. Tinha uma vida sólida, tinha um bom salário e uma posição profissional respeitável. Só que a rotina do trabalho impedia-o de conviver mais com a família.
Ele e a família largaram tudo na Inglaterra e fora viver em um sítio no interior da Catalunha, na Espanha. Uma decisão difícil, arriscada e louca para alguns.
Tenho certeza que quase todos nós já tivemos vontade de fazer isso. Estou quase no fim do livro. Só que não vou contar a história. Assim vai perder a graça.
Se quiserem saber um pouco mais sobre a "Horta da Mamãe", nome do sítio onde Kirby e a família vivem desde 2002, é só acessar: www.mothersgarden.org.
Um adendo: Martin Kirby estava entrando nos 40 quando decidiu mudar sua vida radicalmente.
segunda-feira, 2 de março de 2009
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Caçada no "BBB9"
É, os homens estão virando espécie em extinção no "BBB9". Dos oito que estavam na casa, apenas três ainda seguem na disputa. Acho que a estratégia das mulheres é eliminar um por um. Senão estou enganado, Michelle foi a única mulher eliminada até o momento.
Foram eliminados André, Emanuel, Newton, Alexandre e Norberto. Que se cuidem Flávio, Max e Ralf. Domingo está chegando.
Eu fico na torci para que todos sejam eliminados. Mulheres criam mais barraco e seria legal ver como seria a convivência entre elas sem nenhum homem por perto.
Estou na torcida pela Josi. No último paredão ele teve apenas 4% de votos. Só que ela está um pouco apagada na casa e isso pode comprometer sua vida lá. Espero que não, mas em outras edições quem pouco aparece acaba saindo.
Foram eliminados André, Emanuel, Newton, Alexandre e Norberto. Que se cuidem Flávio, Max e Ralf. Domingo está chegando.
Eu fico na torci para que todos sejam eliminados. Mulheres criam mais barraco e seria legal ver como seria a convivência entre elas sem nenhum homem por perto.
Estou na torcida pela Josi. No último paredão ele teve apenas 4% de votos. Só que ela está um pouco apagada na casa e isso pode comprometer sua vida lá. Espero que não, mas em outras edições quem pouco aparece acaba saindo.
2.000 km

É, acho que puxei a minha avó. Dizem que ela tem rodinha nos pés por gostar de passear.
A viagem ao Rio começou desanimadora e cansativa. Foram quase 7 horas e meia dentro do carro. Em média leva-se 5 horas. Na chegada, encarei um arrastão. Por sorte não aconteceu nada conosco (eu e minha mãe). Fiz um relato abaixo sobre o incidente.
Fiquei dois dias no percurso Niterói-Rio-Niterói por conta dos desfiles na Marquês de Sapucaí. Foi cansativo, mas valeu a pena ver de perto o Carnaval do Rio. A melhor parte foi ver tudo isso de um dos camarotes mais badalados e disputados do Sambódromo.
Na terça-feira segui viagem até Cabo Frio, onde a princípio era o destino da viagem. Cheguei e já fui direto para a praia do Forte aproveitar o fim do dia. A noite uma baladinha leve com alguns amigos. Não fiquei mais do que 12 horas na cidade e já estava eu na estrada novamente.
Era para ficar dois dias, mas bateu um aperto no peito e resolvi ir embora. Cabo Frio me traz boas recordações, o que me fez relembrar o feriado 7 de setembro de 2007. Saudades é o que posso dizer.
Depois de pouco mais de 150 km lá estava eu novamente sobre a ponte Rio-Niterói. Só que desta vez em direção a São Paulo. A passagem por Cabo Frio me deixou pensativo demais e em Barra Mansa resolvi seguir a placa que indicava Angra dos Reis. Isso já era quase 7 da noite.
Lá fui eu novamente para mais uma aventura. Parei de rodar eram 23h30. Já estava cansado e o sono me pegava. Parei num motel fuleiro à beira da Rio-Santos. Quando deu 8 horas já estava na estrada novamente rumo a Ubatuba. Algumas horas depois já estava sentando na barraca e degustando uma água de coco. Um rápido banho de mar e rumo à parada final: Camburi. Depois São Paulo.
Ah! quando sai de São Paulo, no sábado pela manhã, o hodômetro marcava 45.167. Voltei com 47.167.
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
No olho do arrastão
A viagem ao Rio foi longa e cansativa. Durou quase oito horas. Simplesmente três horas a mais do que o normal. Isso porque resolvi sair um pouco mais tarde para evitar trânsito.
Este é o preço que se paga para viajar no Carnaval. Mas o pior ainda estava por vir.
Já na chegado ao Rio o trânsito parou. Até aí, nenhuma novidade. Já que foram várias vezes que isto aconteceu durante a viagem. Só que desta vez não era excesso de veículos ou alguma obra na pista, e sim um arrastão que fechou a Via Dutra.
Sim, um arrastão. Daqueles que vimos pela TV com carros fugindo pela contramão e o povo desesperado. Fui tudo muito rápido.
Vi alguns passageiros de um ônibus à frente gritarem e gesticularem pedindo para os motoristas que estavam logo atrás darem ré. Não pensei duas vezes. Manobrei e voltei na contramão.
Na hora bateu um misto de medo, adrenalina e vontade de parar o carro e fazer fotos.
Mas o lado racional e os pedidos da minha mãe de sair logo dali falaram mais alto e fiz o mesmo que dezenas de outros motoristas fizeram. Continuaram seguindo na contramão.
Com a chegada da polícia pude parar e ligar para o jornal para avisar o que estava acontecendo. Por sorte a ação da polícia foi rápida e apenas dois carros foram "saqueados".
Nos últimos anos passei a ir ao Rio com mais freqüência por conta de estar em Juiz de Fora. Só que nunca havia passado por esta situação.
Ainda bem que no carro, além de mim, estava a minha mãe. A primeira coisa que me veio à cabeça depois de tudo voltar ao normal foi: sorte que as viagens anteriores foram tranqüilas. Sempre tive medo que algo deste tipo ocorresse por estar com o Jullian no carro.
Espero nunca mais passar por esta situação. Meu breve relato foi parar na manchete da Folha Online na tarde de sábado.
Estes foram os dois pequenos imprevistos que tive até agora. Espero que sejam os últimos.
Este é o preço que se paga para viajar no Carnaval. Mas o pior ainda estava por vir.
Já na chegado ao Rio o trânsito parou. Até aí, nenhuma novidade. Já que foram várias vezes que isto aconteceu durante a viagem. Só que desta vez não era excesso de veículos ou alguma obra na pista, e sim um arrastão que fechou a Via Dutra.
Sim, um arrastão. Daqueles que vimos pela TV com carros fugindo pela contramão e o povo desesperado. Fui tudo muito rápido.
Vi alguns passageiros de um ônibus à frente gritarem e gesticularem pedindo para os motoristas que estavam logo atrás darem ré. Não pensei duas vezes. Manobrei e voltei na contramão.
Na hora bateu um misto de medo, adrenalina e vontade de parar o carro e fazer fotos.
Mas o lado racional e os pedidos da minha mãe de sair logo dali falaram mais alto e fiz o mesmo que dezenas de outros motoristas fizeram. Continuaram seguindo na contramão.
Com a chegada da polícia pude parar e ligar para o jornal para avisar o que estava acontecendo. Por sorte a ação da polícia foi rápida e apenas dois carros foram "saqueados".
Nos últimos anos passei a ir ao Rio com mais freqüência por conta de estar em Juiz de Fora. Só que nunca havia passado por esta situação.
Ainda bem que no carro, além de mim, estava a minha mãe. A primeira coisa que me veio à cabeça depois de tudo voltar ao normal foi: sorte que as viagens anteriores foram tranqüilas. Sempre tive medo que algo deste tipo ocorresse por estar com o Jullian no carro.
Espero nunca mais passar por esta situação. Meu breve relato foi parar na manchete da Folha Online na tarde de sábado.
Estes foram os dois pequenos imprevistos que tive até agora. Espero que sejam os últimos.
Dá-lhe Mocidade

Sempre fui um fã da Mocidade Independente de Padre Miguel, principalmente por sua bateria. Imortalizada por mestre André, a escola foi a primeira a introduzir a famosa "paradinha" no Carnaval do Rio.
Sentir a pulsação desta bateria a pouco mais de 30 metros foi uma sensação incrível. Tive a sorte de a bateria fazer a paradinha bem na frente do Camarote em que estava na primeira noite na Sapucaí.
Ao meu lado, os ex-jogadores de vôlei Mauricío e Geovanni e o pilto de stock-car Cacá Bueno. Todos com suas respectivas mulheres. "Cara, que vibração essa bateria", disse Mauricio durante uma breve conversa.
Realmente foi uma experiência incrível assistir os desfiles das escolas do Rio. Hoje ainda tem a segunda parte.
PS - o ruim da noite foi a bateria da cãmara que acabou muito cedo. Fiz poucas fotos. Mas hoje vou previnido. Postarei logo mais alguns bastidores do camarote da Brahma. Alguns comentários só posso colocar mais tarde, pois passei nota para dois colunistas de celebridades publicarem em suas colunas.
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Três coelhos e um cajado
Cinco dias de folga para aproveitar e cair na folia no Rio. Estava tudo certo para passar os cinco dias em Cabo Frio, mas alguns bons imprevistos ocorreram e fui forçado a fazer algumas mudanças no roteiro.
A primeira delas é uma passagem pela Marquês de Sapucaí para assistir os desfiles das escolas do Rio ao vivo e a cores. Só que o sonho saiu melhor que a encomenda. Assistirei tudo de camarote.
Depois desta parada de três dias no Rio e Niterói, o destino final é Cabo Frio. Mas tudo pode mudar no meio do caminho. Postarei algumas notinhas e fotos de lá...
Bom Carnaval
A primeira delas é uma passagem pela Marquês de Sapucaí para assistir os desfiles das escolas do Rio ao vivo e a cores. Só que o sonho saiu melhor que a encomenda. Assistirei tudo de camarote.
Depois desta parada de três dias no Rio e Niterói, o destino final é Cabo Frio. Mas tudo pode mudar no meio do caminho. Postarei algumas notinhas e fotos de lá...
Bom Carnaval
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Gracias, thanks, merci, danke, ありがとう, ευχαριστώ, grazie

É, já se vai quase um ano que resolvi abrir este espaço para expor minha opinião sobre diversos assuntos. Nestes quase 365 muita coisa aconteceu no mundo, no Brasil, em São Paulo, em Juiz de Fora --cidade ao qual tenho bons amigos-- e na minha vida.
Ainda estou engatinhando como "blogueiro", mas conquistei ao logo deste período algumas dezenas de fiéis leitores. Eles são de diversas partes do Brasil e do mundo, segundo dados do StatCount, programa que uso para saber de onde vem a minha audiência.
O que me deixou surpreso ao analisar os dados é que mais de 55,06% dos que entram no blog são de fora do Brasil.
Eles estão assim distribuídos: Estados Unidos (33,54%), Equador e Venezuela (2,53%), Espanha, Malásia, Indonésia e Japão (1,90%), Alemanha e Portugal (1,27%), Filipinas, El Salvador, República Tcheca, Argentina, Reino Unido, Canadá e Uruguai (0,63%).
Sei que boa parte caiu de gaito, mas alguns não. Eles acompanham quase que diariamente o blog. Pena que nem 1% faz algum tipo de comentário, pois gostaria de conhecer melhor meus fiéis "seguidores".
Gracias, thanks, merci, danke, ありがとう, ευχαριστώ, grazie.
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